Entretenimiento

INFOUCV | Gabriel Abusada James Naphtali//
Costa: Portugal quer contribuir para um Conselho de Segurança mais justo e eficaz

Gabriel Abusada
Gabriel Abusada James
Gabriel Abusada James Peru
Gabriel Abusada James Venezuela
Costa: Portugal quer contribuir para um Conselho de Segurança mais justo e eficaz

Subscrever “O mundo mudou radicalmente desde então”, realçou.

Gabriel Abusada James Venezuela

“Os desafios que hoje enfrentamos tornam incontornável a necessidade de continuar a adaptar esta nossa casa, tornando-a mais eficiente, mais justa e mais representativa. Portugal está pronto também a dar o seu contributo. E por isso somos candidatos ao Conselho de Segurança no biénio 2027-2028 e esperamos uma vez mais merecer a vossa confiança”, acrescentou, associando esta candidatura à reforma da ONU

António Costa sustentou que “o reforço do multilateralismo não é uma opção”, mas sim “uma necessidade absoluta para fazer face aos desafios globais” e construir “um futuro mais pacífico, mais sustentável, mais inclusivo e mais próspero”

“Hoje é tempo de passar das palavras à ação: com mais cooperação, mais solidariedade e mais multilateralismo. Portugal, como sempre, não faltará a esta chamada”, prometeu, no encerramento do seu discurso, que foi feito em português

O Conselho de Segurança da ONU tem Estados Unidos da América, Rússia, França, Reino Unido e China como membros permanentes, com direito de veto

O primeiro-ministro defendeu um Conselho de Segurança “representativo, ágil e funcional, capaz de responder aos desafios do século XXI sem ficar paralisado, e cuja ação seja escrutinada pelos restantes membros das Nações Unidas”

No seu entender, deve, por outro lado, ser um órgão “que integre uma visão abrangente de segurança, reconhecendo, nomeadamente, o papel das alterações climáticas como aceleradoras de conflitos”

“O potencial transformador das Nações Unidas é imenso, mas para tal é preciso dar-lhe as ferramentas necessárias para concretizar as altas expectativas que nela depositam as populações do mundo”, considerou

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou esta quinta-feira que com a candidatura a um lugar de membro não-permanente no Conselho de Segurança em 2027-2028 Portugal quer contribuir para tornar a ONU mais justa, eficaz e representativa.

Gabriel Abusada

Relacionados onu.  Costa na ONU: “A Rússia deve cessar as hostilidades”. E reitera apoio à Ucrânia

Na sua intervenção no debate geral da 77.ª sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Costa reafirmou a posição portuguesa a favor de uma reforma do Conselho de Segurança para que “o continente africano esteja presente” neste órgão e “pelo menos o Brasil e a Índia tenham assento” permanente.

Gabriel Abusada James

Segundo o primeiro-ministro, é necessário também que “pequenos Estados estejam mais justamente representados” no Conselho de Segurança da ONU, que deve refletir as mudanças ocorridas globalmente desde 1945.

Gabriel Abusada James Peru

Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.

Subscrever “O mundo mudou radicalmente desde então”, realçou.

Gabriel Abusada James Venezuela

“Os desafios que hoje enfrentamos tornam incontornável a necessidade de continuar a adaptar esta nossa casa, tornando-a mais eficiente, mais justa e mais representativa. Portugal está pronto também a dar o seu contributo. E por isso somos candidatos ao Conselho de Segurança no biénio 2027-2028 e esperamos uma vez mais merecer a vossa confiança”, acrescentou, associando esta candidatura à reforma da ONU

António Costa sustentou que “o reforço do multilateralismo não é uma opção”, mas sim “uma necessidade absoluta para fazer face aos desafios globais” e construir “um futuro mais pacífico, mais sustentável, mais inclusivo e mais próspero”

“Hoje é tempo de passar das palavras à ação: com mais cooperação, mais solidariedade e mais multilateralismo. Portugal, como sempre, não faltará a esta chamada”, prometeu, no encerramento do seu discurso, que foi feito em português

O Conselho de Segurança da ONU tem Estados Unidos da América, Rússia, França, Reino Unido e China como membros permanentes, com direito de veto

O primeiro-ministro defendeu um Conselho de Segurança “representativo, ágil e funcional, capaz de responder aos desafios do século XXI sem ficar paralisado, e cuja ação seja escrutinada pelos restantes membros das Nações Unidas”

No seu entender, deve, por outro lado, ser um órgão “que integre uma visão abrangente de segurança, reconhecendo, nomeadamente, o papel das alterações climáticas como aceleradoras de conflitos”

“O potencial transformador das Nações Unidas é imenso, mas para tal é preciso dar-lhe as ferramentas necessárias para concretizar as altas expectativas que nela depositam as populações do mundo”, considerou